Remédios ineficazes.


Quando remédios são adquiridos pelas autoridades sanitárias para distribuição à população, testes prévios atestam a sua qualidade. Mas vencida a concorrência, sempre pelo menor preço, há dificuldades para o controle de qualidade do produto.

No último número de "Ciência e Saúde Coletiva", as farmacêuticas Mariana Bianchin e Irene Guerreiro, da UFRS (Universidade Fedral do Rio Grande do Sul), e Carina Blatt e Alessandra Soares, da UFSC (Universidade do Sul de Santa Catarina), explicam o problema.

Para as autoras, a municipalização de gestão da assistência farmacêutica trouxe dificuldades à operacionalização dos remédios. Em consequência, é mínimo o monitoramento permanente dos produtos adquiridos.

Ao efetuar testes de qualidade em remédios para hipertensão (Enalapril 10 mg e Propanolol 40 mg), reprovaram mais de 50% dos lotes examinados ao longo de um ano.
No caso de remédios para doenças crônicas, com princípio ativo abaixo da necessária concentração para o tratamento, pode surgir risco de vida para o paciente.

Não é a primeira vez que problemas de qualidade são detectados em remédios. Em 2002, a Anvisa verificou que 32% das reclamações de médicos e farmacêuticos eram devidas à ineficácia terapêutica dos medicamentos.

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO – SP



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