Conheça a homotoxicologia, a variante da homeopatia | |||||
por Alex Botsaris | |||||
Homotoxicologia pode ser considerada uma variante da homeopatia, se bem que nem todos os homeopatas aceitem essa corrente como parte do arsenal terapêutico homeopático. Essa corrente foi criada por um médico homeopata alemão, Dr. Hans-Heinrich Reckeweg (1905-1985), que nasceu e clinicou em Berlim até meados do século passado.
Segundo Reckeweg, o surgimento de uma homotoxina gerava três tipos de reação no organismo: eliminação numa fase inicial, seguida de reatividade – uma fase inflamatória; e finalmente a deposição – quando a toxina seria absorvida pelo tecido humano causando alterações mais sérias e persistentes – como o surgimento de uma célula cancerosa. Reckeweg baseou-se numa pesquisa, na época recentemente divulgada, que relatava um fenômeno conhecido por “hormese”. Esse fenômeno mostra que em concentrações baixas uma substância causa efeitos paradoxalmente contrários aos gerados em concentrações maiores. Não existe ainda explicação lógica para o fenômeno da hormese, mas o fato é que toxicologistas tem re-estudado e comprovado que ele é comum a maioria das substâncias biologicamente ativas. Até hoje o fenômeno da hormese sofre discriminação devido a sua associação com o efeito de medicamentos homeopáticos, mostrando que há uma resistência dos médicos convencionais com novos paradigmas para a ciência médica. Reckeweg criou muitos novos medicamentos e fundou um laboratório chamando Heel, que existe até hoje em Baden-Baden, na Alemanha. As novas fontes de substâncias para fazer medicamentos homotoxicológicos, propostas pelo cientista variavam de substâncias secretadas por células (como a histamina – usada para tratar crises alérgicas), passando por enzimas, medicamentos convencionais, metais pesados, toxinas ambientais (como DDT e outros organoclorados) até substâncias retiradas de fungos e bactérias (como a Cândida e o Staphylococcus aureus). Com isso ele criou um arsenal de mais de 6 mil novos medicamentos, muitos deles feitos a partir de combinações de novas substâncias e medicamentos clássicos da homeopatia. Estima-se que na Alemanha, onde é muito popular, cerca de 50% dos médicos, receitam medicamentos homotoxicológicos, mesmo aqueles de formação “alopática”. Mais de 150 trabalhos científicos foram feitos com homotoxicologia nos últimos anos, sendo uma proporção grande de estudos clínicos. A Sociedade Internacional de Homotoxicologia, com sede em Baden-Baden premia, todo ano, o melhor trabalho nesse campo com dinheiro e um troféu homenageando o fundador dessa terapêutica. Numa revisão recente, foram selecionados sete trabalhos clínicos feitos com medicamentos homotoxicológicos, que cumprem com todas as exigências metodológicas de excelência. Neles, seis trabalhos apontaram um efeito significativo do ponto de vista estatístico, dos medicamentos homotoxicológicos – o que aponta sua eficiência em várias doenças. Pacientes com doenças alérgicas, infecções crônicas ou recorrentes (como herpes), doenças auto-imunes, e intoxicações (como por metais pesados) foram os que mais se beneficiaram da homotoxicologia, conforme os resultados existentes na literatura mundial. Essas são as áreas onde existem mais estudos e também onde o resultado relatado pelos pacientes é mais positivo. |
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